Ritmo
Sequenciador de contagens que roda dentro de uma pulseira inteligente
Sequências de treino, respiração e alongamento rodando no pulso, sem celular, com a transição sinalizada só pela vibração.
Motivador
As sequências de contagem que eu já usava viviam no celular. No meio de um treino ou de um exercício de respiração, pegar o telefone quebra a sessão. O que eu queria era o pulso conduzindo, sem tela.
Problema
A plataforma da pulseira é rara e mal documentada nos dados de treino de qualquer modelo. A IA tende a escrever código que parece certo porque lembra outras plataformas parecidas, e todas estão erradas ali. Além disso, a API de vibração que a documentação genérica sugere simplesmente não existe nesse aparelho.
Solução
Regra número um do projeto, escrita antes de qualquer linha: você não conhece esta plataforma, não improvise. Só usar API documentada na pasta de documentação do projeto e, na dúvida, parar e perguntar em vez de inventar um nome plausível.
Fronteira rígida entre lógica pura e camada de plataforma. A lógica não importa nada do sistema do aparelho, o que permite testar cerca de 80% do código em ambiente comum, sem dispositivo.
Contagem sempre por prazo absoluto, nunca por subtração de intervalo, para eliminar a deriva que apareceria numa sessão longa.
Padrões de vibração compostos a partir da única chamada disponível, já que a API que a documentação genérica sugere não existe nesse modelo.
Lista plana de passos em vez de máquina de estados aninhada, o que eliminou uma classe inteira de bugs de bloco, repetição e intervalo e tornou pular ou voltar uma simples mudança de índice.


Resultado
- O app roda no pulso, executa a sequência completa e sinaliza as transições por vibração.
- As dúvidas viraram um registro de perguntas em aberto, com resposta e forma de verificação, em vez de virarem chute no código.
- O ciclo de desenvolvimento perdeu uma etapa manual quando ficou provado que o empacotamento funcionava sem a IDE oficial.
O que eu tirei daqui
- Quando a plataforma é rara, a instrução mais valiosa para a IA é onde parar, não o que fazer.
- Isolar a lógica pura da plataforma foi o que permitiu testar a maior parte do código sem depender do aparelho.
- Contador por subtração de intervalo é bug, não escolha de estilo.
Onde a IA entrou
Cada etapa do ciclo do projeto, com o quanto a IA pesou nela.
Definição do produto como sequenciador genérico, e não app de treino, o que fixou o vocabulário e o escopo.
Separação entre o sistema operacional da pulseira e a camada correta de aplicação, e verificação do que a documentação oficial realmente suporta.
Documento de produto, registro de perguntas em aberto com forma de verificação e regras não negociáveis escritas para a IA.
Fronteira entre lógica pura e plataforma desenhada para permitir teste sem dispositivo.
Aplicação escrita com IA sob restrição explícita de não inventar API.
Testes da lógica pura, capturas de tela do app rodando e auditoria registrada.
Não há modelo rodando no dispositivo.
Timeline e marcos
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25/jul
Contexto e decisões de arquitetura
Escopo de sequenciador genérico, fronteira lógica e plataforma, e recusa de comunicação com o celular na primeira versão.
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20/ago
Ambiente provado
Empacotamento funcionando sem a IDE oficial, o que tirou uma etapa manual do ciclo.
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Ago/2026
App rodando
Lista de sequências, detalhe da ficha e execução com vibração validados no dispositivo.
Ferramentas
IA e modelos
Produto
Operação
Resumo STAR
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